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| Constância, Camões e o Tejo | Magnífico na sua grandeza, o Tejo, deixando Constância à sua direita, confere-lhe a importância que Ihe deu em tempos, quando dela fez local de paragem para as mercadorias que transportava a caminho da capital. Foi este Tejo que Camões cantou nos poemas, é ele "quem" vai testemunhar um dia, a presença do Grande Poeta, quando, à sua direita, as velhas ruínas forem suporte de uma nova "Casa dos Arcos", onde viveu o Poeta e digna do seu nome. É ao Tejo que o Zêzere vai contar, quando o encontra, que ali pertinho existe um monumento em memória a Camões, da autoria do escultor Lagoa Henriques, e, também um bonito jardim "HORTO CAMONIANO", onde existirá toda a flora e fauna por si cantadas, um anfiteatro ao ar livre cujo solo representa o Planetário de Ptolomou que terá influendado "Os Lusíadas", um reduto para jogos populares quinhentistas, um lago com peixes e nenúfares documentando a passagem pelo Oriente. In "Folheto Turístico" da Região de Turismo do Ribatejo
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